Eventos 2026
14º Fórum Brasileiro de CSIRTs
28 e 29 de julho de 2026
Agenda Dia 1
Agenda Dia 2
7º Workshop MISP
30 de julho de 2026
Agenda
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ao vídeo com depoimentos e destaques
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palestras de 2025
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12º Fórum de CSIRTs
5º Workshop MISP
Local 2026
Amcham Business Center
Rua da Paz, 1431
Chácara Santo Antônio, São Paulo/SP.
Inscrições
As inscrições serão abertas 30 dias antes do evento e encerradas dia 20 de julho ou quando o evento atingir a lotação máxima – o que ocorrer primeiro.
O evento é gratuito.
Agenda
14º Fórum Brasileiro de CSIRTs
28 e 29 de julho de 2026
Horários sujeitos a alterações.
A indicação de marcações TLP é colocada na agenda para referência. Sempre respeite o TLP que está no slide do palestrante e nas telas indicativas da sala do evento.
Veja aqui detalhes sobre uso de TLP no evento
Dia 1 - 28 de julho de 2026
Ivo Peixinho, Polícia Federal
TLP:CLEAR TLP:GREEN
A apresentação detalhará como construir um analisador de malware automatizado usando ferramentas gratuitas como IDA Free, Ghidra, JADX, APKtool e outras, interligadas via vscode ou opencode com modelos LLM locais ou na nuvem. Ao fim serão mostrados exemplos reais de relatórios criados usando a ferramenta a partir de campanhas reais como Grandoreiro, Sorvepotel, Eternidade Stealer entre outros.
Matheus Moura, Apura Cybersecurity Intelligence
TLP:CLEAR
Incidentes envolvendo exposição de dados pessoais costumam
ser tratados como eventos isolados, limitados ao momento do
vazamento ou da publicação indevida das informações. No
entanto, a experiência prática demonstra a existência de uma
camada operacional posterior e frequentemente negligenciada:
a reutilização estruturada desses dados por painéis ilícitos
de consulta.
Esses ambientes clandestinos consolidam múltiplas fontes
informacionais, bases históricas expostas, credenciais
comprometidas, integrações indevidas e mecanismos
automatizados de consulta, convertendo dados dispersos em
capacidade operacional imediata.
Para equipes de tratamento de incidentes, o fenômeno impõe
novo desafio: responder não apenas ao vazamento original,
mas também ao uso continuado e operacionalizado das
informações expostas.
O objetivo é ampliar a leitura tradicional de incidentes de
dados, demonstrando que, em muitos casos, o evento inicial
não encerra o problema, apenas inaugura sua fase mais
explorável.
Henrique Shinki Kodama, FEBRABAN
TLP:CLEAR TLP:AMBER+STRICT
Edney Fernandes, Banco da Amazônia
TLP:CLEAR
As Resoluções CMN nº 5.274/2025 e BCB nº 538/2025 reforçam
requisitos de segurança cibernética aplicáveis ao setor
financeiro, especialmente relacionados à rastreabilidade,
proteção da rede, monitoramento de conexões, tratamento de
eventos atípicos, proteção de ambientes críticos, resposta a
incidentes e documentação de evidências.
A palestra propõe uma abordagem técnica e operacional sobre
como o uso de NetFlow/IPFIX pode apoiar instituições
financeiras no atendimento prático a esses requisitos e
demonstrar como a telemetria de fluxo de rede pode
complementar outros controles, permitindo responder
perguntas essenciais em investigações de segurança: quem
comunicou com quem, quando, por qual porta, com qual volume,
em qual direção, em qual segmento e com qual comportamento
observado.
A apresentação abordará a relação entre os requisitos
normativos e o uso operacional de NetFlow para apoiar
rastreabilidade, proteção de rede, validação de segmentação,
identificação de conexões indevidas, monitoramento de
ambientes críticos como Pix, STR e RSFN, detecção de tráfego
atípico e suporte à resposta a incidentes.
Tiago Neves, Vinícius Azevedo e Guilherme Ochsendorf, Opice Blum
TLP:CLEAR
A apresentação abordará como os incidentes de grande impacto financeiro deixaram de se apoiar exclusivamente em vulnerabilidades técnicas complexas (como zero-days) para explorar um encadeamento de falhas estruturais, arquiteturais e de regras de negócio. O conteúdo trará uma análise das principais causas raízes identificadas em investigações forenses reais, devidamente anonimizadas, incluindo a exposição de credenciais hardcoded, ausência de Múltiplo Fator de Autenticação (MFA) em sistemas críticos, falhas de segregação de funções (SoD), comprometimento da cadeia de suprimentos (DevOps inseguro) e aliciamento de insiders. O objetivo é fornecer ao público do 14º Fórum Brasileiro de CSIRTs lições práticas de defesa, resposta e a importância da integração de uma governança técnico-jurídica, demonstrando como a rastreabilidade (logs) e a resposta rápida moldam o risco legal e regulatório perante órgãos como a ANPD e o Banco Central.
Andrews Leal Moraes, Einstein Hospital Israelita
TLP:CLEAR TLP:AMBER
O aumento do volume de dados pessoais armazenados por
organizações e a crescente pressão regulatória associada à
proteção dessas informações tornam cada vez mais relevante a
capacidade de equipes de resposta a incidentes investigarem
eventos envolvendo acessos potencialmente indevidos a dados
sensíveis.
Para equipes de CSIRT, um dos principais desafios está em
distinguir atividades legítimas de comportamentos anômalos
em ambientes complexos, onde usuários autorizados podem
acessar grandes volumes de informação como parte de suas
funções operacionais.
Esta apresentação discute uma abordagem metodológica para
investigação de eventos envolvendo dados sensíveis,
combinando práticas de resposta a incidentes (CSIRT),
investigação forense digital (DFIR) e avaliação de impacto
sob a perspectiva de proteção de dados.
Também serão discutidas práticas para reduzir falsos
positivos, aprimorar a priorização de incidentes e
estruturar playbooks específicos para investigações
envolvendo acesso a informações sensíveis. Por fim, serão
compartilhadas lições aprendidas relacionadas à evolução de
processos de resposta a incidentes e à integração entre
equipes de segurança da informação e programas de proteção
de dados.
André Torres Breves Gonçalves, TCU
TLP:CLEAR
A palestra aborda a mudança de paradigma nos ataques cibernéticos modernos, onde os adversários não mais "hackeiam" sistemas, mas sim utilizam credenciais válidas para realizar acessos não autorizados. O foco central é a mitigação de riscos associados à gestão de contas privilegiadas (como senhas fracas, estáticas ou compartilhadas), demonstrando como implementar uma arquitetura Zero Trust robusta e de baixo custo utilizando ferramentas Open Source.
Marlon Fabro, Globo
TLP:CLEAR
Esta palestra discute o que é CTI, inlcuindo a a diferença entre dados, informação e inteligência, e o ciclo de vida do CTI. Também são discutidas a função do CTI na organização, as competências essenciais do analista de CTI, o que é produzido e para quem, e os níveis de maturidade do Modelo CTI-CMM.
Atila da Costa Santos, Charles de Jesus Lima da Costa, Grazielle Alessa, Mercado Bitcoin
TLP:CLEAR TLP:GREEN
A adoção massiva de IA generativa nas organizações amplia a
superfície de ataque e introduz riscos que não se encaixam
nos modelos tradicionais de resposta a incidentes. O desafio
deixa de ser exclusivamente técnico: como viabilizar o uso
de IA em escala, com eficiência, sem comprometer a segurança
e a continuidade do negócio?
Nesta apresentação, demonstramos como o CSIRT do Mercado
Bitcoin estruturou uma abordagem de adoção segura de IA
baseada em risco, eficiência operacional e ganho de
escala. A abordagem combina a definição de limites de risco
com a implementação de workflows específicos para
tratamento de incidentes relacionados a IA e proteção de
modelos e dados associados.
Também exploramos o uso da própria IA como aliada na
segurança, potencializando processos de triagem, análise e
automação, bem como os mecanismos adotados para manter
governança e controle operacional sem inviabilizar a
inovação.
Por fim, compartilhamos práticas adotadas, desafios
enfrentados e lições aprendidas ao longo da jornada.
Junte-se a nós neste momento descontraído e acompanhado de "comes e bebes". Faça novos contatos, coloque a conversa em dia com antigos colegas e troque ideias com os palestrantes.
Dia 2 - 29 de julho de 2026
Jamilson Ramos Evangelista, Anatel
TLP:CLEAR
Esta palestra apresenta a atuação da Anatel no enfrentamento ao uso massivo de decodificadores piratas infectados, associados ao malware BadBox 2.0. Demonstra como esses dispositivos, amplamente distribuídos na borda da rede, são explorados como vetores para formação de botnets, execução de fraudes e ataques distribuídos. A palestra destaca desafios operacionais enfrentados por CSIRTs, incluindo baixa visibilidade, uso de CGNAT e infraestrutura distribuída. São discutidas estratégias práticas de detecção, mitigação e resposta coordenada, bem como lições aprendidas e recomendações aplicáveis à comunidade.
Marcos P. Miranda de Souza, CTIR Gov
TLP:CLEAR
A elevação da complexidade e do número de casos de incidentes cibernéticos no escopo da Administração Pública Federal (APF) cria desafios para a padronização e a eficácia da comunicação de incidentes e de centros de resposta com seus respectivos públicos. Neste sentido, esta palestra apresenta os processos de comunicação de incidentes executados pelo Centro de Tratamento e Resposta a Incidentes Cibernéticos de Governo (CTIR Gov) no período de 2025 a 2026, dando ênfase à estruturação, automação e direcionamento da comunicação. Como organização descritiva, será utilizado o modelo de comunicação de Lasswell – "quem diz o quê, por qual canal, para quem e com que efeito".
Valdenir Júnior, Fernando Ebrahim e Ulisses Jardim, TRE-TO
TLP:CLEAR TLP:GREEN TLP:RED
A gestão de vulnerabilidades em ambientes institucionais
enfrenta um desafio recorrente: o volume de achados costuma
superar a capacidade operacional das equipes responsáveis
por analisá-los e tratá-los.
Esta palestra apresenta a experiência do Tribunal Regional
Eleitoral do Tocantins (TRE-TO) na evolução de seu processo
de priorização de vulnerabilidades e como passou a
incorporar referências como KEV (Known Exploited
Vulnerabilities) e EPSS (Exploit Prediction Scoring
System) na sua lógica de priorização, buscando maior
aderência entre a decisão operacional e o risco efetivo.
Serão apresentados os critérios adotados, a adaptação desses
conceitos à ferramenta já utilizada pela instituição, a
construção de consultas operacionais, a automação da
extração de dados e a integração com painéis de apoio à
decisão.
Trata-se de um relato aplicado e operacional, voltado a
organizações que precisam tomar decisões práticas diante de
restrições concretas de tempo, pessoal e capacidade de
remediação.
André Ricardo Landim, CAIS / RNP
TLP:CLEAR
A gestão da superfície de ataque continua sendo um grande
desafio para equipes de segurança. Em ambientes dinâmicos e
distribuídos, as organizações frequentemente não possuem
visibilidade contínua dos serviços expostos dentro de seu
próprio espaço de endereçamento.
Esta apresentação introduz os resultados iniciais do projeto
ARGUS na RNP, uma iniciativa focada em melhorar a
visibilidade dos ativos expostos na infraestrutura de
rede. O projeto utiliza o framework IVRE para coletar,
indexar e analisar dados relacionados à superfície de ataque
exposta, combinando-o com outros componentes open source
para viabilizar varredura contínua, análise histórica e
processamento de dados em larga escala.
A apresentação demonstra como dados de varredura ativa,
quando coletados e analisados continuamente ao longo do
tempo, podem ser transformados em inteligência acionável
para apoiar operações de Blue Team, SOC, CSIRT e
Inteligência de Ameaças.
Maurício Costa, ABIN
TLP:AMBER+STRICT
Um dos objetivos principais da etapa de análise no processo
de resposta a incidentes, mais do que apontar a extensão dos
danos, é possibilitar melhorias de segurança em diversos
aspectos, como organizacionais, correção de
vulnerabilidades, mudanças de arquitetura de rede, processos
de detecção de ameaças, otimização do uso de ferramentas,
entre outras.
Esta palestra trará a análise de um caso real
de ransomware, com o objetivo de demonstrar que de
cada achado deriva uma lição aprendida ou oportunidade
perdida de detecção que poderão ser revertidas em melhorias
para evitar incidentes futuros.
Zoziel Freire, Telefônica Brasil S.A. (Vivo)
TLP:CLEAR
Esta palestra explora a evolução do ransomware sob a
perspectiva de uma corrida armamentista contínua entre
atacantes e defensores. Em vez de analisar apenas as
técnicas de ransomware ou apenas as ferramentas de
defesa, a apresentação mostra como cada avanço nas técnicas
de ataque força uma evolução nas estratégias de defesa, e
como novas capacidades de detecção levam os atacantes a
desenvolver métodos cada vez mais sofisticados de evasão.
Ransomware deixou de ser apenas um tipo
de malware. Hoje, ele representa um ecossistema
criminoso altamente adaptável, que evolui constantemente em
resposta às melhorias nas defesas corporativas. No cenário
atual, o campo de batalha do ransomware já não é
definido apenas por quem executa o
malware, mas também por quem possui maior
visibilidade e capacidade de resposta no ambiente
comprometido.
Alencar Silva e Luiz Jussen, Soow Sigma
TLP:CLEAR TLP:RED
A palestra tem como objetivo apresentar uma visão prática, baseada em casos reais de resposta a incidentes, sobre como o cenário de ameaças tem evoluído com a combinação de engenharia social, comprometimento de credenciais, abuso de ambientes de desenvolvimento, uso indevido de chaves de API, ransomware-as-a-service e uso inconsequente de agentes de inteligência artificial.
Luiz Eduardo Paes Salomão, Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF)
TLP:AMBER+STRICT TLP:RED
Apesar de as defesas de endpoint corporativo estarem cada
vez mais maduras, os Initial Access Brokers (IABs)
continuam inundando a dark web com credenciais
válidas. A explicação para esse fato está em um vetor
silencioso, massivo e que opera fora do controle dos SOCs: a
contaminação de dispositivos pessoais é facilitada por
plataformas de compartilhamento de conteúdo, como o YouTube.
Nesta apresentação, sairemos da teoria e abriremos os dados
de um estudo empírico recente focado em mapear a cadeia de
suprimentos de Infostealers distribuídos em vídeos no
YouTube. Demonstraremos, com métricas e artefatos reais
coletados em campo, como essas campanhas operam uma
verdadeira "industrialização do cibercrime".
A apresentação abordará o dilema prático de quem lida com
incidentes: como responder a um comprometimento corporativo
grave quando a "paciente zero" é a máquina não gerenciada
(pessoal) de um funcionário?
A palestra fornecerá insights operacionais para
melhorar a triagem baseada em risco, integrar a inteligência
de ameaças dessas campanhas na defesa ativa da identidade e
adaptar os playbooks de resposta a incidentes para
uma realidade onde a infecção acontece sem gerar um único
alerta no EDR da empresa.
Rodrigo Tiago de França Silva e Francisco Ednaldo Nascimento de Sousa, CSIRT Núclea
TLP:CLEAR TLP:AMBER+STRICT TLP:RED
Apresentaremos a exploração de processos legítimos em
departamentos administrativos como vetor de ataque, com foco
em cenários reais, como a resposta a ofícios e demandas
formais no departamento Jurídico.
A apresentação reforçará a postura que times de suporte
técnico e resposta a incidentes (CSIRT/Help Desk) devem
adotar em situações de urgência, especialmente quando lidam
com demandas aparentemente válidas, mas potencialmente
exploradas por agentes maliciosos.
O objetivo é promover uma visão prática e aplicável,
conectando processo, tecnologia e pessoas, para reduzir o
risco operacional associado à exploração de fluxos
administrativos legítimos.
6º Workshop MISP
30 de julho de 2026
Horários sujeitos a alterações.
A indicação de marcações TLP está na agenda para referência. Sempre respeite o TLP que está no slide do palestrante e nas telas indicativas da sala do evento.
Veja aqui detalhes sobre uso de TLP no evento
6º Workshop MISP – 30 de julho de 2026
Beyond Sharing: Integrating MISP into Security Operations
Luciano Righetti, MISP Development Team / CIRCL
Tradução Simultânea Espanhol/Português/Espanhol
TLP:CLEAR TLP:GREEN
Este tutorial prático, ministrado por um dos membros da
Equipe de Desenvolvimento do MISP, mostrará como integrar a
plataforma MISP com ferramentas de operação de segurança,
como Wazuh, Zeek e Suricata.
Além destas integrações, o tutorial também
cobrirá workflows e como fazer a curadoria de IoCs
antes de integrá-los com as demais ferramentas.
Thiago Cesar e Ismael Rocha, Vision Cybersecurity
TLP:CLEAR TLP:AMBER+STRICT
Honeypots permitem observar ataques reais na internet
e coletar dados valiosos sobre atividades maliciosas. No
entanto, transformar esses dados em inteligência acionável
ainda é um desafio para muitas organizações.
Nesta apresentação, demonstramos como dados coletados por
honeypots podem ser processados, enriquecidos e
transformados em indicadores de comprometimento (IOCs)
estruturados. Mostraremos uma abordagem prática para
integrar essas informações ao MISP, permitindo o
compartilhamento de inteligência entre equipes de segurança
e CSIRTs.
A palestra apresentará exemplos reais de ataques coletados,
bem como o processo de transformação desses eventos em
inteligência utilizável para detecção, correlação e defesa.
Mailson Ribeiro Santos e Ulisses de Sá Alencar e Moraes, SERPRO
TLP:CLEAR
O compartilhamento de inteligência é motivado por diferentes
objetivos, incluindo resposta em tempo real a incidentes,
análise pós-incidente e produção de inteligência
estratégica. Entretanto, esse processo apresenta desafios
significativos, como a presença de dados sensíveis, o risco
de vazamento e a falta de confiança entre organizações.
Nesse contexto, o compartilhamento sem controle pode ser tão
prejudicial quanto a ausência de compartilhamento,
evidenciando a necessidade de abordagens estruturadas.
Esta palestra apresenta o uso de MISP pelo SERPRO e
evidencia que o uso eficiente do MISP depende não apenas de
sua adoção tecnológica, mas da integração entre processos,
automação e governança, reforçando que o compartilhamento
inteligente sobre ameaças exige uma abordagem estruturada,
segura e orientada à geração de valor.
Cleber Soares, Owasp
TLP:CLEAR
Esta palestra apresenta uma abordagem prática para
enriquecimento de Threat Hunting utilizando MISP e
Maltego, integrados a múltiplas fontes como
SIEM, sandbox de malware e feeds
externos de Threat Intelligence. O fluxo contempla a
coleta inicial de artefatos a partir de atividades
de Threat Hunting proativo ou de alertas gerados por
soluções de SIEM, seguida do enriquecimento e correlação de
indicadores (IOCs) no MISP. Esses dados são expandidos com
análise em sandbox e validação em fontes externas,
permitindo maior contexto e redução de falsos positivos.
O Maltego é utilizado para pivoting e análise visual
das relações entre indicadores, possibilitando a
identificação de infraestruturas maliciosas e padrões de
ataque. A partir dessa correlação, são aplicadas técnicas
de Threat Hunting orientadas por inteligência para
busca ativa no ambiente.
Por fim, os resultados apoiam ações de resposta e mitigação,
incluindo bloqueios em controles como Firewall,
IDS/IPS e WAF.
Chamada de Palestras
Chamada de Palestras — 14º Fórum de CSIRTs
Convidamos todos os profissionais atuantes em Grupos de Tratamento de Incidentes de Segurança (CSIRTs) ou que trabalhem com segurança e tratamento de incidentes no seu dia a dia, a submeter propostas de palestras de interesse da Comunidade de Tratamento de Incidentes no Brasil, para o 14º Fórum Brasileiro de CSIRTs, que ocorrerá nos dias 28 e 29 de julho de 2026, na AMCHAM, em São Paulo/SP.
Para cada proposta aceita, o NIC.br proverá apoio para transporte e estadia de um profissional para apresentá-la (o evento cobre somente deslocamento dentro do Brasil).
Temas de Interesse
A apresentação deve tratar de aspectos práticos e operacionais das atividades de tratamento e gestão de incidentes de segurança, bem como de aspectos da segurança da informação ou da Internet que sejam relacionados com ou tenham impacto no processo de tratamento de incidentes.
Uma lista não exaustiva de temas de interesse para este evento segue:
- Estudos de caso e tendências relacionados com incidentes tratados
- Automatização de processos de tratamento de incidentes
- Compartilhamento automatizado de informações sobre ataques e ameaças
- Threat hunting como parte do processo de gestão de incidentes
- Uso de netflows no contexto de segurança e tratamento de incidentes
- Detecção, mitigação e remediação de códigos maliciosos (RATs, ransomware, botnets, etc)
- Detecção e mitigação de ataques em diversos ambientes, como rede, Web, nuvem, ICS e IoT
- Impactos, para CSIRTs, de novos regulamentos e legislação
- Iniciativas de conscientização sobre segurança
- Implementação de boas práticas e combate a abusos
- Outros temas de interesse para CSIRTs
Importante: é desejável que as apresentações sejam aplicadas e práticas, e *não* devem ser voltadas a produtos e soluções de fornecedores específicos, com fins comerciais, nem trabalhos que sejam com ênfase puramente acadêmica.
Submissão de Propostas
As propostas de palestras deverão ser enviadas para o e-mail
forum@cert.br
com os seguintes dados:
- "
[FORUM]" no início do Subject. - Título completo.
- Resumo (Abstract) estendido, rascunho dos slides ou descrição detalhada. O importante é que seja possível avaliar o conteúdo e a abordagem. O comitê avaliador de trabalhos poderá, a seu critério, solicitar informações adicionais ou complementares.
- Nome completo, endereço de e-mail, mini CV e organização a que pertence cada um dos autores.
- TLP da palestra (pode ser misto, por exemplo: TLP:CLEAR com partes TLP:AMBER+STRICT).
Datas Importantes
- 03 de maio de 2026
Prazo para envio de propostas de palestra - 29 de maio de 2026
Divulgação da agenda - 28 e 29 de julho 2026
14º Fórum Brasileiro de CSIRTs
Chamada de Palestras — 7º Workshop MISP
Convidamos todos os profissionais que trabalham com MISP, seja na manutenção de instâncias ou no uso dos dados compartilhados em seu dia a dia, a submeter propostas de palestras para o 7º Workshop MISP, que ocorrerá no dia 30 de julho de 2026, na AMCHAM, em São Paulo/SP.
Para cada proposta aceita, o NIC.br proverá apoio para transporte e estadia de um profissional para apresentá-la (o evento cobre somente deslocamento dentro do Brasil).
Temas de Interesse
A apresentação deve tratar de aspectos práticos e operacionais relacionados com uso e operação da Plataforma MISP.
Uma lista não exaustiva de temas de interesse para este evento segue:
- Estudos de caso de uso do MISP para proteção de infraestrutura, gestão de vulnerabilidades, threat hunting, threat intelligence, tratamento de incidentes e áreas correlatas
- Uso da plataforma de forma automatizada, por exemplo via PyMISP
- Integração do MISP com outras soluções
- Uso de MISP por comunidades e setores específicos
- Outros assuntos de interesse da comunidade de usuários de MISP
Importante: é desejável que as apresentações sejam aplicadas e práticas, e *não* devem ser voltadas a produtos e soluções de fornecedores específicos, com fins comerciais, nem trabalhos que sejam com ênfase puramente acadêmica.
Submissão de Propostas
As propostas de palestras deverão ser enviadas para
o e-mail
forum@cert.br
com os seguintes dados:
- "
[MISP]" no início do Subject. - Título completo.
- Resumo (Abstract) estendido, rascunho dos slides ou descrição detalhada. O importante é que seja possível avaliar o conteúdo e a abordagem. O comitê avaliador de trabalhos poderá, a seu critério, solicitar informações adicionais ou complementares.
- Nome completo, endereço de e-mail, mini CV e organização a que pertence cada um dos autores.
- TLP da palestra (pode ser misto, por exemplo: TLP:CLEAR com partes TLP:AMBER+STRICT).
Datas Importantes
- 03 de maio de 2026
Prazo para envio de propostas de palestra - 29 de maio de 2026
Divulgação da agenda - 30 de julho de 2026
7º Workshop MISP
TLP
Uso de TLP no Fórum de CSIRTs e Workshops
Todas as palestras terão indicação de expectativa de compartilhamento de acordo com o padrão TLP do FIRST.
Uma discussão mais detalhada sobre TLP pode ser encontrada na página do CERT.br. Há também uma palestra sobre o assunto, cujo vídeo está disponível no YouTube.
Abaixo está um resumo da expectativa de compartilhamento das palestras, dependendo do TLP escolhido pelo palestrante.